A manutenção do contrato de patrocínio da Ambipar com a Ferrari gera críticas de credores durante o processo de reestruturação de R$ 10,5 bilhões.
A Ambipar, empresa de gestão ambiental, enfrenta questionamentos de credores e investidores devido à manutenção de seu contrato de patrocínio com a equipe Ferrari na Fórmula 1. A decisão ocorre em um momento crítico de reestruturação financeira, com a companhia lidando com dívidas que atingem R$ 10,5 bilhões. Enquanto a empresa busca o Chapter 11 nos Estados Unidos, instituições financeiras como Bradesco e Banco do Brasil tentam intervir no processo para proteger seus interesses. Críticos apontam que o gasto com o patrocínio é incompatível com a atual crise de liquidez e a redução do caixa reportada em 2025. Embora a lei permita a continuidade de contratos estratégicos para a preservação do negócio, a gestão da Ambipar enfrenta pressão crescente por maior transparência sobre suas prioridades financeiras e o uso dos recursos remanescentes.
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