Consultoria confessou falhas éticas graves envolvendo o uso indevido de informações confidenciais e vigilância de funcionário na Austrália.
A KPMG admitiu formalmente uma série de violações éticas durante um inquérito parlamentar na Austrália. A consultoria confirmou que funcionários vazaram informações confidenciais da operadora Optus para colegas que competiam em um processo de licitação contra a Telstra. Além da falha no sigilo de dados, a empresa foi acusada de monitorar o laptop de um denunciante interno que tentou expor as irregularidades. Inicialmente, a KPMG tentou desqualificar o colaborador, alegando que suas preocupações eram apenas queixas trabalhistas comuns. O caso gerou forte repercussão sobre a governança da firma, forçando a liderança a reconhecer as falhas diante das evidências apresentadas no inquérito. A admissão levanta questionamentos sobre a integridade dos processos internos da consultoria e o tratamento dispensado a quem reporta condutas inadequadas dentro da organização.
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