O Vazamento de Dados STF refere-se a um esquema ilegal de acesso e comercialização de informações fiscais sigilosas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), seus familiares e outras autoridades brasileiras. A investigação, denominada Operação Exfil, revelou que dados de 1.819 pessoas foram acessados indevidamente por meio de sistemas do Fisco e do Coaf. O empresário Marcelo Paes Fernandez Conde é acusado de financiar o esquema, pagando por informações fiscais protegidas por sigilo. A Polícia Federal (PF) apurou que Conde fornecia listas de CPFs e efetuava pagamentos em espécie para obter os dados, com o acesso ilícito sendo realizado por servidores da Receita e intermediários.
O Vazamento de Dados STF refere-se a um esquema ilegal de acesso e comercialização de informações fiscais sigilosas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), seus familiares e outras autoridades brasileiras. A investigação, denominada Operação Exfil, revelou que dados de 1.819 pessoas foram acessados indevidamente por meio de sistemas do Fisco e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
A investigação sobre o vazamento de dados sigilosos ganhou destaque com a Operação Exfil. Em 1º de abril de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou mandados de prisão e busca e apreensão contra o empresário Marcelo Paes Fernandez Conde. Ele é acusado de financiar o esquema, pagando R$ 4,5 mil por informações fiscais que, por lei, são protegidas por sigilo. A Polícia Federal (PF) apurou que Conde teria fornecido listas de CPFs e efetuado pagamentos em espécie para obter os dados. O acesso ilícito era realizado por servidores da Receita, funcionários terceirizados, despachantes e intermediários. Além dos ministros do STF e seus parentes, o esquema atingiu o procurador-geral da República, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), deputados federais, ex-senadores, dirigentes de agências reguladoras e um ex-governador. As medidas determinadas por Moraes, incluindo a quebra de sigilos telemáticos do acusado, contaram com o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR).