Startup francesa constrói qubits sobre lâminas de silício de 300 mm reutilizando a cadeia comercial de semicondutores.
A Quobly, spin-off do CEA-Leti, fechou Série A de €115 milhões liderada pelo Bpifrance, pela suíça SEALSQ e pela STMicroelectronics, com participação do European Innovation Council Fund, Blast, ALIAD (braço de venture da Air Liquide) e Innovacom. A abordagem se distingue dos desenhos supercondutores e de íons aprisionados ao reaproveitar a cadeia existente de semicondutores: a empresa constrói qubits sobre lâminas de silício de 300 milímetros, as mesmas usadas em fábricas comerciais de chips, com tecnologia FD-SOI e arquitetura full-stack.
Acesso ao sistema Alloy Pioneer pela nuvem está previsto para o fim de 2026; integração a centros de computação de alto desempenho, para 2027. A rodada se soma aos US$160 milhões captados pela britânica Quantum Motion em maio e aos US$2 bilhões em verbas do CHIPS dos EUA distribuídos no mesmo mês a nove empresas de quântica, sendo US$1 bilhão só para a IBM montar uma fundição doméstica.
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