Fenômeno climático trará inverno mais quente ao Brasil, com risco de secas no Norte e Nordeste e chuvas intensas no Sul a partir de agosto.
O fenômeno El Niño deve impactar significativamente o clima brasileiro ao longo de 2026, provocando um inverno com temperaturas mais elevadas e a ocorrência de veranicos e ondas de calor a partir de agosto. A previsão meteorológica indica uma distribuição desigual de chuvas, com volumes acima da média no Sul do país e um cenário de seca preocupante para as regiões Norte e Nordeste. Diante desse panorama, o governo federal instituiu uma Sala de Situação Interministerial para acompanhar os desdobramentos do fenômeno. A relevância do monitoramento é amplificada pela projeção de especialistas sobre a possível formação de um 'Super El Niño' entre o final de 2026 e o início de 2027. Essas variações climáticas extremas representam um risco direto à segurança energética nacional, uma vez que a instabilidade no regime de chuvas pode comprometer a geração de energia em 2027.
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