A petroquímica brasileira eleva a produtividade de suas plantas para ocupar o espaço deixado por concorrentes do Oriente Médio.
A Braskem está implementando um plano estratégico para elevar a eficiência de suas plantas produtivas de 70% para 85% até o final de 2026. O movimento visa capitalizar a interrupção de fornecedores no Oriente Médio, que enfrentam paralisações devido a conflitos geopolíticos, permitindo à petroquímica brasileira ganhar competitividade no mercado global. A estratégia ocorre em um momento de mudança na governança da empresa, com a Petrobras assumindo maior controle operacional após a entrada da IG4 Capital na gestão. Além das metas produtivas, a Petrobras avalia sinergias operacionais, como o fornecimento de etano e a troca de hidrogênio. Apesar do otimismo operacional, a companhia segue enfrentando desafios financeiros significativos, mantendo negociações complexas com credores para reestruturar seu passivo e evitar um processo de recuperação judicial.
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