Líderes do Brasil e Quênia defenderam investimentos chineses durante o G7, divergindo das críticas ocidentais sobre práticas econômicas de Pequim.
Durante a cúpula do G7 realizada na França, Brasil e Quênia defenderam a legitimidade de suas parcerias econômicas com a China, posicionando-se contra as críticas das potências ocidentais. Enquanto o G7 argumentou que o país asiático gera desequilíbrios globais e pratica concorrência desleal em setores estratégicos, como o de veículos elétricos, o presidente Lula ressaltou que a China oferece investimentos essenciais que as nações desenvolvidas têm negligenciado na América Latina e na África. A divergência ficou evidente na recusa do Brasil em assinar a maioria dos documentos finais do encontro, optando por não endossar textos que refletiam apenas os interesses das potências ocidentais. O governo chinês, por meio de seu porta-voz, Lin Jian, refutou as acusações, sustentando que suas práticas respeitam as normas internacionais e que o G7 busca impor uma agenda unilateral ao comércio global.
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