A França receberá líderes do Brasil, Índia, Coreia do Sul e Quênia na cúpula do G7 em Évian-les-Bains, em junho. O objetivo principal é ampliar o apoio internacional para corrigir desequilíbrios econômicos globais, buscando evitar uma "crise financeira maciça". A China, embora não participe da cúpula, será instada a impulsionar a demanda doméstica e reduzir as exportações, enquanto os EUA devem reduzir déficits e a Europa, aumentar a produção.
A cúpula ocorre em um cenário de tensões geopolíticas, incluindo um choque energético resultante da guerra entre EUA e Israel contra o Irã. A relevância do G7 tem sido questionada, com a China criticando o grupo como um "clube de países ricos". Há também incerteza sobre a presença do presidente dos EUA, Donald Trump, cujas ameaças tarifárias têm gerado instabilidade nos mercados e entre aliados.
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