O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou sua presença na próxima cúpula do G7, na França, com o objetivo de confrontar a agenda protecionista do governo de Donald Trump. O movimento ocorre em resposta à ameaça americana de aplicar tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, uma medida que o Planalto considera prejudicial ao comércio global. Lula pretende utilizar o fórum internacional para defender o multilateralismo e criticar o que classifica como desmonte das instituições internacionais.
Além da pauta comercial, o presidente brasileiro reforçará a necessidade de reformar o Conselho de Segurança da ONU, pleiteando a inclusão de novos membros permanentes. Caso as sanções dos EUA se concretizem, o governo brasileiro sinalizou que buscará novos parceiros econômicos para mitigar os impactos. Lula também planeja enviar uma carta formal a Trump e utilizar a imprensa internacional para contestar a política comercial da atual gestão americana.
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