Analistas destacam a transição da JHSF para uma operadora de ativos de renda recorrente, projetando crescimento de 25% no EBITDA até 2028.
O Bradesco BBI retomou a cobertura das ações da JHSF com recomendação de compra, estabelecendo um preço-alvo de R$ 15, o que implica um potencial de valorização de 42%. A análise enfatiza uma mudança estratégica no modelo de negócios da empresa, que deixou de ser focada essencialmente em incorporação residencial para se tornar uma operadora de ativos de renda recorrente. Entre os ativos que sustentam essa nova tese estão os shoppings, a rede de hotéis Fasano e o aeroporto Catarina. A relevância dessa transição foi reforçada pela recente transação de R$ 5,2 bilhões com o fundo imobiliário JCDI11, que permitiu à companhia zerar sua dívida líquida e isolar riscos operacionais do segmento de desenvolvimento. Com essa estrutura financeira mais robusta, a JHSF projeta um crescimento de EBITDA com CAGR de 25% entre 2026 e 2028.
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