Governo taiwanês afirma que acadêmicos foram impedidos de participar de conferência internacional no Quênia após pressão diplomática de Pequim.
O governo de Taiwan acusou a China de exercer pressão política sobre as autoridades do Quênia para impedir a participação de acadêmicos taiwaneses em uma conferência global sobre oceanos. Segundo relatos, os delegados foram impedidos de entrar no país africano e posteriormente deportados, em um movimento que Taipé atribui diretamente à influência diplomática de Pequim. O episódio destaca as tensões persistentes em torno do status internacional de Taiwan, que a China considera uma província rebelde sob sua política de 'uma só China'. Até o momento, o governo queniano não forneceu explicações oficiais detalhadas sobre os motivos da deportação. O caso reforça o isolamento diplomático enfrentado por Taiwan em fóruns internacionais, onde a China frequentemente utiliza sua influência para restringir a presença de representantes taiwaneses em eventos globais.
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