As relações entre China e Taiwan são marcadas por uma complexa disputa de soberania, onde a China considera Taiwan uma província separatista sob o princípio de "Uma Só China", enquanto Taiwan opera como uma democracia autônoma. Recentemente, a China ofereceu incentivos econômicos e culturais a Taiwan, como a flexibilização de restrições de turismo e comércio, após uma visita do presidente do Kuomintang (KMT). No entanto, o governo taiwanês expressa cautela, descrevendo as concessões como "pílulas envenenadas" devido a pré-condições políticas, enquanto o KMT as vê como um "presente".
As relações entre a China e Taiwan são complexas e marcadas por uma disputa de soberania, com a China considerando Taiwan uma província separatista e Taiwan se autogovernando como uma entidade democrática. A dinâmica é influenciada por intercâmbios econômicos, culturais e políticos, bem como por tensões militares e diplomáticas. Recentemente, a China tem oferecido incentivos a Taiwan, enquanto o governo taiwanês expressa cautela em relação a essas propostas.
A China considera Taiwan parte de seu território sob o princípio de "Uma Só China", e tem manifestado o desejo de reunificação, inclusive pela força, se necessário. Taiwan, por sua vez, opera como uma democracia autônoma com seu próprio governo eleito. As relações são frequentemente tensas, com a China se recusando a dialogar com líderes taiwaneses que considera "separatistas", como o presidente Lai Ching-te.
Em abril de 2026, após uma visita de Cheng Li-wun, presidente do Kuomintang (KMT), o maior partido de oposição de Taiwan, à China, Pequim anunciou dez novas medidas de incentivo. Essas medidas incluíram a flexibilização de restrições ao turismo, a permissão para a exibição de dramas televisivos taiwaneses com "orientação correta, conteúdo saudável e alta qualidade de produção", e a facilitação da venda de alimentos. A China também propôs o estabelecimento de um mecanismo de comunicação regular entre o KMT e o Partido Comunista da China, a retomada total dos voos e a permissão para que indivíduos de Xangai e Fujian visitem Taiwan. O Conselho de Assuntos Continentais de Taiwan, no entanto, descreveu as concessões como "pílulas envenenadas", afirmando que intercâmbios saudáveis não devem estar sujeitos a pré-condições políticas. O KMT, por outro lado, saudou o anúncio como um "presente" para o povo de Taiwan.