Instituições de pesquisa brasileiras firmaram parceria para adaptar a terapia de células CAR-T ao tratamento de lúpus e miastenia gravis.
Um consórcio formado por instituições de referência, incluindo a USP, o Hemocentro de Ribeirão Preto, o Instituto Butantan e a Fapesp, anunciou a expansão do uso da tecnologia de células CAR-T para o tratamento de doenças autoimunes. A terapia, que já apresenta resultados significativos no combate a certos tipos de câncer, passará por adaptações para atuar em condições como o lúpus eritematoso sistêmico e a miastenia gravis. O acordo prevê a integração de infraestrutura e expertise técnica entre os órgãos envolvidos, consolidando um esforço nacional para o avanço de terapias gênicas e celulares. A iniciativa é considerada um marco para a ciência brasileira, pois busca democratizar o acesso a tratamentos de alta complexidade e fortalecer a capacidade de inovação tecnológica do país no setor de saúde.
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