Governo reconhece cooperativismo como manifestação cultural nacional
A Lei 15.433/2026 oficializa o cooperativismo como cultura nacional, garantindo apoio estatal e acesso a fundos de desenvolvimento regional.
Pontos principais
- A Lei nº 15.433/2026 oficializa o cooperativismo como parte integrante do conjunto cultural do Brasil.
- Cooperativas passam a ter acesso facilitado a recursos dos fundos FDNE, FDA e FDCO para projetos de infraestrutura.
- O texto, originado pelo deputado Arnaldo Jardim, estabelece que o Estado deve garantir a livre atividade e o estímulo ao setor.
- A norma foi sancionada sem vetos pelo presidente em exercício Geraldo Alckmin e publicada no Diário Oficial da União.
- O cooperativismo é reconhecido por sua relevância na geração de empregos e resiliência frente a crises econômicas.
O governo federal sancionou a Lei nº 15.433/2026, que reconhece o cooperativismo como manifestação da cultura nacional. A medida, sancionada sem vetos pelo presidente em exercício Geraldo Alckmin, estabelece que o Estado deve garantir a livre atividade, apoiar e estimular o modelo de negócio, valorizando seus princípios de gestão democrática e seu papel fundamental na geração de renda e no enfrentamento de crises econômicas. O projeto, de autoria do deputado Arnaldo Jardim e relatado pelo senador Flávio Arns, visa fortalecer o setor em todo o território nacional.
Além do reconhecimento cultural, a legislação permite que cooperativas acessem recursos dos fundos de desenvolvimento regional (FDNE, FDA e FDCO). A iniciativa é estratégica para impulsionar projetos de infraestrutura e agroindústria, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O objetivo central é descentralizar o desenvolvimento econômico e reduzir disparidades históricas, consolidando o cooperativismo como um pilar essencial para a estabilidade e o crescimento sustentável do país.
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