O banco aponta que a queda de 16% no setor desde abril oferece um ponto de entrada atrativo para investidores em empresas de energia e saneamento.
O Goldman Sachs identificou uma oportunidade estratégica no mercado brasileiro de utilities após uma correção recente que derrubou o setor em 16% desde abril. Em relatório, o banco elenca sete razões para o otimismo, destacando que a resiliência operacional dessas companhias oferece proteção contra a volatilidade macroeconômica. A análise aponta que iniciativas como o projeto UniversalizaSP e ajustes regulatórios devem impulsionar o desempenho de empresas como Sabesp, Equatorial e Energisa no médio prazo. Enquanto mantém recomendações de compra para a maior parte do setor, o banco adota uma postura mais cautelosa para CPFL, Auren, Cemig e Engie Brasil. A tese de investimento reforça o potencial de M&A e a atratividade de dividendos, especialmente para empresas com forte exposição ao mercado livre de energia, como a Axia Energia.
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