Câmara dos EUA investiga denúncias de privilégios a Ghislaine Maxwell
Equipes do Congresso americano inspecionaram a prisão de Maxwell no Texas para apurar relatos de acesso indevido a um laptop e um animal de estimação.
Pontos principais
- Funcionários dos comitês de supervisão e judiciário da Câmara realizaram inspeção na unidade federal em Bryan, Texas.
- A investigação apura alegações de que Maxwell recebe tratamento preferencial, como posse de laptop e um animal de estimação.
- A iniciativa de fiscalização é liderada pelos representantes democratas Robert Garcia e Jamie Raskin.
- A defesa de Maxwell nega as acusações, classificando o tratamento da detenta como humano e dentro das normas.
- O Congresso busca esclarecer os critérios utilizados para a transferência da detenta para uma unidade de segurança mínima.
Equipes de comitês da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos realizaram uma inspeção na prisão federal de segurança mínima em Bryan, no Texas, onde Ghislaine Maxwell cumpre pena. A visita faz parte de uma investigação formal liderada pelos parlamentares democratas Robert Garcia e Jamie Raskin, que buscam verificar denúncias sobre supostos privilégios concedidos à detenta. Entre as alegações sob análise estão o acesso indevido a um computador pessoal e a permissão para manter um animal de estimação na unidade prisional.
A fiscalização visa esclarecer os protocolos de custódia e os motivos que levaram à transferência de Maxwell para a atual instalação. Em resposta às suspeitas, a defesa da detenta refutou as acusações, sustentando que o tratamento recebido por ela segue estritamente as normas do sistema prisional e não constitui qualquer tipo de regalia especial.
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