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Romário alerta para gestão da Copa do Mundo Feminina de 2027

O senador Romário defende o uso de infraestrutura existente para evitar os problemas de superfaturamento observados na Copa de 2014.

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16/06 às 18:08

Pontos principais

  • Romário criticou o legado da Copa de 2014, citando obras inacabadas e custos elevados.
  • O plano para 2027 prevê a utilização de oito estádios que já foram sedes em 2014.
  • O senador relata o projeto de lei que viabiliza os ajustes fiscais para o Mundial.
  • A estratégia busca minimizar impactos orçamentários e focar em legado social.

O senador Romário, relator do projeto de lei que viabiliza os ajustes fiscais para a Copa do Mundo Feminina de 2027, fez um alerta sobre a necessidade de evitar os erros de gestão ocorridos no Mundial masculino de 2014. O parlamentar destacou que o país deve priorizar a utilização de infraestrutura já existente, em vez de investir em novas construções que possam gerar superfaturamento ou obras inacabadas. Atualmente, o plano para o evento prevê o uso de oito estádios que já foram sedes em 2014, visando um controle mais rigoroso do orçamento. Segundo o senador, o foco principal da organização deve ser o legado social e o fortalecimento da imagem do Brasil no cenário esportivo internacional, garantindo que o evento seja sustentável e traga benefícios reais para a população, sem repetir os problemas financeiros que marcaram a edição anterior.

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