A um ano do torneio, o Brasil busca capitalizar o potencial financeiro da modalidade e engajar o público nacional no primeiro mundial na América do Sul.
Com a contagem regressiva de um ano para a Copa do Mundo Feminina de 2027, o Brasil se prepara para sediar o torneio pela primeira vez na América do Sul. O desafio central do país é transformar o evento em um motor de crescimento para o futebol feminino, aproveitando a valorização global da modalidade e o interesse crescente de investidores em esportes praticados por mulheres. Para viabilizar a organização, o governo federal sancionou a Lei Geral da Copa Feminina, estabelecendo normas comerciais e de segurança essenciais para a infraestrutura do evento. Além do impacto financeiro, a competição é tratada como um marco cultural, com iniciativas como o documentário 'Brasil 88 – Depois do Silêncio' buscando valorizar a história das pioneiras da modalidade. A expectativa é que o torneio, que deve marcar a despedida da jogadora Marta, impulsione o engajamento da torcida e consolide o Brasil como um polo estratégico para o futebol feminino mundial.
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