Estudo aponta que a gestão da pressão no ambiente corporativo é insuficiente, afetando a saúde mental e o rendimento dos trabalhadores brasileiros.
A crescente incidência de transtornos mentais no ambiente de trabalho brasileiro tem gerado preocupação, com dados indicando que menos de um terço dos profissionais atua em condições saudáveis. A comparação entre o esporte de elite e a rotina corporativa revela que, enquanto atletas utilizam técnicas de preparação psicológica para lidar com a pressão, o mercado de trabalho ainda adota uma postura majoritariamente reativa. Esse cenário é agravado pela interpretação biológica da pressão, onde o 'cérebro preditivo' pode reagir ao estresse como uma ameaça paralisante.
Para mitigar esses riscos, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) tornou obrigatória a gestão de fatores psicossociais pelas empresas. A adoção de práticas de alta performance, como a valorização do tempo de recuperação e a visualização de metas, surge como uma alternativa necessária para garantir a sustentabilidade do desempenho profissional a longo prazo.
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