A marca precisou ajustar campanhas de marketing após o embaixador Cole Palmer não ser convocado pela seleção inglesa para a Copa do Mundo de 2026.
A Coca-Cola precisou reestruturar parte de suas estratégias de marketing para a Copa do Mundo de 2026 após o jogador Cole Palmer, anunciado como embaixador da marca e da Powerade em maio, não ser convocado pela seleção inglesa. A ausência do atleta na lista final obrigou a companhia a revisar comunicados oficiais que associavam sua imagem diretamente às ativações do torneio. O episódio ilustra os riscos inerentes ao marketing esportivo, onde o desempenho e a presença dos atletas em grandes eventos são variáveis cruciais. Especialistas apontam que, para mitigar tais imprevistos, marcas costumam incluir cláusulas de contingência em contratos ou adotar estratégias de diversificação, como a contratação de múltiplos embaixadores e pagamentos variáveis, garantindo que a exposição da marca não dependa exclusivamente da performance ou da convocação de um único indivíduo.
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