Empresas negam que a compra de 8% da Azul pela American Airlines prejudique a concorrência no setor aéreo brasileiro.
A Azul e a American Airlines enviaram um parecer ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nesta segunda-feira para defender a legalidade da parceria estratégica entre as companhias. O documento responde a questionamentos sobre a aquisição de 8% da empresa brasileira pela norte-americana, negando que o movimento possa resultar em redução da concorrência ou prejuízos aos consumidores. Segundo as aéreas, a cooperação não impacta negativamente a oferta de voos nem configura práticas anticompetitivas. O Cade é o órgão responsável por analisar se a operação gera concentração de mercado excessiva. A decisão final do conselho é crucial para a continuidade da aliança, que busca integrar operações e fortalecer a presença das companhias em rotas internacionais, mantendo a dinâmica competitiva do setor aéreo conforme as normas vigentes.
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