Quarta edição do evento no Rio de Janeiro focou em agendas fiscais para as eleições presidenciais e na descentralização da tecnologia global.
A quarta edição do Web Summit Rio, realizada em 2026, serviu como um termômetro para o ecossistema de inovação brasileiro, com forte influência das discussões sobre as próximas eleições presidenciais. Nos bastidores, investidores e empreendedores buscaram alinhar expectativas com pré-candidatos que defendam agendas fiscais rigorosas, destacando o nome de Renan Santos como uma alternativa liberal. Além do cenário político local, o evento abordou a geopolítica da tecnologia, com a Comissão Europeia reforçando a necessidade de soberania digital e parcerias com nações de confiança. O CEO do Web Summit, Paddy Cosgrave, sublinhou uma mudança estrutural no setor, observando que a influência do Vale do Silício perde espaço para o surgimento de novos polos tecnológicos na Ásia, marcando uma nova fase na cooperação e competição global por inovação.
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