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Preço da gasolina nos EUA cai abaixo de US$ 4 com reabertura de Ormuz

Após a reabertura do Estreito de Ormuz, o preço da gasolina nos EUA recuou para menos de US$ 4 por galão, aliviando a pressão sobre o mercado energético.

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Foto: Bloomberg - Markets
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15/06 às 14:45 · atualizado 17:02

Pontos principais

  • O preço médio da gasolina nos EUA caiu para menos de US$ 4 por galão, o menor patamar em dois meses.
  • A reabertura do Estreito de Ormuz foi viabilizada por um acordo diplomático recente.
  • As reservas estratégicas dos EUA permanecem em 340,3 milhões de barris, o menor nível desde 1983.
  • O governo Trump liberou 172 milhões de barris para conter a inflação energética durante a crise.
  • O secretário da Energia, Chris Wright, planeja iniciar a reposição dos estoques no início do próximo ano.
  • Analistas alertam que, apesar da estabilização atual, o risco de volatilidade nos preços persiste.

O preço da gasolina nos Estados Unidos recuou para menos de US$ 4 por galão, atingindo o nível mais baixo dos últimos dois meses. O alívio nas bombas ocorre após a concretização de um acordo diplomático que permitiu a reabertura do Estreito de Ormuz, rota crucial para o transporte global de petróleo. A medida reduz a pressão imediata sobre os consumidores americanos, que enfrentavam uma escalada inflacionária provocada pelo bloqueio e pelo conflito no Oriente Médio.

Apesar da melhora nos preços, a situação das reservas estratégicas de petróleo dos EUA permanece delicada, com o estoque de emergência em 340,3 milhões de barris, o menor volume desde 1983. O governo Donald Trump utilizou a liberação de 172 milhões de barris como ferramenta para mitigar os impactos econômicos da crise. O secretário da Energia, Chris Wright, reafirmou que o plano de recomposição dos estoques deve começar no início do próximo ano, visando garantir a segurança energética a longo prazo. Especialistas do setor, contudo, mantêm cautela, ressaltando que o mercado global ainda apresenta riscos de volatilidade e que a estabilidade dos preços dependerá da sustentabilidade do acordo diplomático.

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