Pesquisadores da USP lançam guia para aprimorar a detecção precoce da febre amarela por meio do monitoramento de primatas sentinelas no estado.
Pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP desenvolveram um novo guia técnico voltado ao aprimoramento da vigilância da febre amarela no Estado de São Paulo. O material estabelece diretrizes para a identificação e o monitoramento de primatas não humanos, que desempenham um papel fundamental como sentinelas na detecção precoce da circulação do vírus em áreas silvestres. A iniciativa busca capacitar agentes de saúde e profissionais da vigilância epidemiológica na identificação correta de casos suspeitos em animais, permitindo uma resposta mais ágil das autoridades sanitárias. A implementação dessas diretrizes é considerada estratégica para o controle da doença, uma vez que a morte de primatas frequentemente precede a ocorrência de casos humanos, funcionando como um indicador crítico para a adoção de medidas preventivas, como campanhas de vacinação e controle vetorial em regiões de risco.
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