Ataque incendiário contra imóveis do primeiro-ministro britânico foi coordenado por grupo hacktivista pró-Kremlin, segundo autoridades.
Investigações conduzidas pelas autoridades britânicas identificaram que o ataque incendiário contra propriedades associadas ao primeiro-ministro Keir Starmer foi coordenado por um grupo hacktivista pró-Kremlin. O incidente, que visava desestabilizar a liderança do Reino Unido, é visto como uma tática de interferência estrangeira, elevando o alerta de segurança nacional. As agências de inteligência continuam trabalhando para mapear a rede de apoio por trás da ação, que utilizou métodos de sabotagem para atingir o chefe de governo. O caso ocorre em um momento de fragilidade nas relações internacionais e reforça a preocupação de Londres com operações de influência russa em solo britânico. A continuidade das investigações busca identificar todos os envolvidos na logística do ataque, enquanto o governo avalia medidas de resposta diplomática e de segurança para mitigar novas ameaças contra autoridades do país.
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