Fraudes digitais ficam mais sofisticadas e causam prejuízos maiores
Embora o volume de ataques tenha caído, a sofisticação dos golpes elevou o prejuízo médio por fraude no Brasil em 60%, afetando mais a Geração Z.
Pontos principais
- A taxa global de tentativas de fraude digital recuou para 3,8%, o menor nível desde 2022.
- O prejuízo médio por fraude digital no Brasil atingiu R$ 10.699, um aumento de 60% em relação a 2024.
- A Geração Z é o grupo mais impactado, com 39% dos jovens relatando terem sido vítimas de golpes no último ano.
- O vishing é o método mais comum na América Latina, representando 32% dos casos relatados.
- O setor de jogos eletrônicos e apostas lidera o ranking de incidência de ataques, com 12,8%.
O cenário da segurança digital em 2025 apresenta um paradoxo: a frequência de tentativas de fraude diminuiu para 3,8%, o menor patamar desde 2022, mas o impacto financeiro tornou-se mais severo. Relatório da TransUnion aponta que criminosos migraram para ataques mais cirúrgicos, utilizando engenharia social e dados vazados. No Brasil, o prejuízo médio por ocorrência saltou para R$ 10.699. A Geração Z destaca-se como a principal vítima, com 39% dos jovens relatando fraudes, impulsionadas pelo uso intensivo de redes sociais, jogos online e criptomoedas. O vishing permanece como o método mais comum, representando 32% dos casos. Especialistas reforçam que, diante da sofisticação dos golpes, a adoção de autenticação de dois fatores e o uso de senhas exclusivas tornaram-se medidas essenciais, visto que a confiança na segurança dos dados é o fator decisivo para 77% dos consumidores em transações online.
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