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FIFA proíbe bandeira pré-Revolução Islâmica em jogos da Copa de 2026

A proibição da FIFA sobre o uso da bandeira iraniana pré-1979 em estádios gera conflitos com leis locais e ações judiciais nos Estados Unidos.

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Foto: InfoMoney
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15/06 às 17:33

Pontos principais

  • A FIFA vetou a bandeira pré-Revolução Islâmica nos estádios, classificando-a como material político proibido pelo código de conduta.
  • O símbolo é utilizado pela diáspora iraniana como forma de protesto contra o atual regime do país.
  • A cidade de Seattle contestou a diretriz da FIFA, citando leis locais que garantem a liberdade de expressão política.
  • O Institute for Voices of Liberty abriu um processo na Califórnia para assegurar o direito dos torcedores de exibir o símbolo.
  • A seleção do Irã enfrenta um clima de tensão com protestos planejados pela comunidade iraniano-americana durante o torneio.

A estreia da seleção do Irã na Copa do Mundo de 2026 tornou-se palco de uma disputa jurídica e política após a FIFA proibir a exibição da bandeira utilizada antes da Revolução Islâmica de 1979. A entidade máxima do futebol justifica a medida alegando que o código de conduta do torneio veda a presença de materiais de cunho político nas arenas. Para a diáspora iraniana, contudo, o símbolo representa uma forma legítima de protesto contra o governo atual, o que tem gerado atritos com as autoridades esportivas.

A controvérsia escalou para as esferas legais, com o Institute for Voices of Liberty movendo uma ação na Califórnia para garantir a liberdade de expressão dos torcedores. Paralelamente, cidades-sede como Seattle desafiaram a orientação da FIFA, argumentando que legislações locais protegem a manifestação política pacífica. O impasse reflete as divisões internas da seleção iraniana e a expectativa de manifestações durante os jogos.

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