A participação do Irã na Copa do Mundo de 2026, confirmada pela FIFA e pelo presidente dos EUA, Donald Trump, reacende tensões diplomáticas e geopolíticas. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, busca afastar a organização de disputas políticas, priorizando os interesses financeiros, e já tentou mediar entre federações israelense e palestina. No entanto, especialistas apontam que o futebol iraniano é intrinsecamente ligado ao poder político do regime, com a federação sendo liderada por um ex-membro da Guarda Revolucionária.
Preocupações surgem sobre a composição da delegação iraniana que viajará aos EUA, especialmente em Los Angeles, onde reside uma grande comunidade iraniana. A diáspora iraniana está dividida, e parte dela se opõe à seleção, vista como representante do regime, remetendo a protestos na Copa de 2022 após a morte de Mahsa Amini. A FIFA não demonstra a mesma preocupação com a contestação da diáspora neste Mundial, e a questão de onde o Irã jogará nos EUA permanece em aberto, com a possibilidade de deslocamento para outros países-sede.
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