John Ratcliffe questiona a disposição iraniana em cumprir concessões nucleares, apesar da defesa do acordo por parte de aliados de Donald Trump.
O governo do presidente Donald Trump enfrenta divisões internas sobre a viabilidade de um novo memorando de entendimento com o Irã. Enquanto o diretor da CIA, John Ratcliffe, e o secretário de Estado, Marco Rubio, manifestaram ceticismo quanto às reais intenções de Teerã com base em dados de inteligência, outros membros do alto escalão, incluindo o vice-presidente JD Vance e Jared Kushner, defendem a continuidade das tratativas. O documento, assinado no último domingo, propõe um cessar-fogo imediato e um período de 60 dias para negociações nucleares, além de prever a reabertura do Estreito de Ormuz e a liberação de ativos financeiros congelados. A administração norte-americana reforçou que qualquer compromisso definitivo está estritamente condicionado à verificação de que o Irã não desenvolverá armas nucleares, mantendo a pressão diplomática enquanto avalia a confiabilidade do regime iraniano.
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