Líderes do G7 questionam a promessa de Donald Trump de reabrir o Estreito de Ormuz até o fim da semana devido a riscos técnicos e de segurança.
Líderes do G7 expressaram ceticismo em relação ao cronograma proposto pelo presidente Donald Trump para a reabertura do Estreito de Ormuz. Embora a Casa Branca tenha prometido a liberação da via navegável até o final desta semana, autoridades europeias e fontes internas do governo americano apontam que a complexidade da remoção de minas e as exigências de segurança tornam o prazo inviável, sugerindo um processo gradual de várias semanas. A operação de desminagem exige um cenário de estabilidade e cooperação direta com o Irã, elementos ainda em negociação. Além das dificuldades técnicas, o apoio internacional enfrenta entraves políticos, como a condição imposta pela Itália de que a missão só avançará mediante o fim dos conflitos no Líbano. A coordenação de uma força internacional permanece dependente de um acordo formal entre os governos dos EUA e do Irã.
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