Gabiroba gigante da Mata Atlântica ganha destaque por valor nutricional
Espécie rara encontrada no Espírito Santo chama atenção pelo tamanho, propriedades nutricionais e versatilidade na gastronomia regional.
Pontos principais
- A gabiroba gigante é uma espécie endêmica da Região Serrana do Espírito Santo.
- Frutos podem ultrapassar 400 gramas e 12 cm de diâmetro, superando variedades comuns.
- A fruta é fonte de vitamina C, fibras, potássio e cálcio, beneficiando a imunidade e o sistema digestivo.
- O cultivo depende de condições climáticas específicas e polinização por abelhas nativas.
- O valor de mercado da fruta pode atingir R$ 100 por quilo devido à sua raridade.
A gabiroba gigante, uma variedade rara e endêmica da Mata Atlântica, tem se destacado na Região Serrana do Espírito Santo por suas características singulares. Com frutos que podem pesar mais de 400 gramas e atingir até 12 cm de diâmetro, a espécie supera significativamente o tamanho das gabirobas convencionais. Além do porte, a fruta é valorizada por seu perfil nutricional, sendo rica em vitamina C, fibras, potássio e cálcio, elementos que auxiliam na saúde intestinal e no fortalecimento do sistema imunológico. O cultivo da espécie é um processo delicado, que exige condições climáticas precisas e a presença de abelhas sem ferrão, como a uruçu-capixaba, para a polinização. Devido à sua escassez e ao sabor marcante, a fruta tornou-se um item valorizado na gastronomia local, sendo utilizada em preparos que variam de geleias e doces a ceviches e cachaças, com preços que podem chegar a R$ 100 o quilo.
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