Entidades de futebol criticam o presidente da Uefa por classificar partidas de seleções menores como desinteressantes na Copa do Mundo.
O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, gerou uma crise diplomática no futebol ao questionar o formato expandido da Copa do Mundo, que agora conta com 48 seleções. Em declarações recentes, o dirigente classificou partidas envolvendo seleções de menor tradição como desinteressantes e questionou o nível técnico de equipes que não teriam sucesso nas eliminatórias europeias. A fala provocou uma reação imediata de diversas federações ao redor do globo, incluindo uma nota conjunta assinada por quatorze seleções africanas. As entidades argumentam que o futebol não pertence a um grupo seleto de nações e que a participação no torneio representa o ápice do desenvolvimento esportivo local. O episódio expõe a tensão crescente entre as potências europeias e o restante do mundo sobre a democratização e o modelo de negócios do futebol global.
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