O presidente do Senado condiciona a agenda do Executivo a uma reunião com Lula, enquanto avança com pautas de alto custo para os cofres públicos.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem imposto um ritmo de obstrução à agenda do governo Lula, condicionando o avanço de projetos prioritários a uma reunião direta com o presidente da República. Em meio ao impasse, o Senado tem priorizado pautas de alto impacto fiscal, como a renegociação de dívidas rurais e a concessão de benefícios a agentes de saúde, medidas que contrariam as recomendações da equipe econômica. A tensão política entre os poderes foi agravada após a rejeição da indicação de Jorge Messias para o STF, consolidando um cenário de desgaste institucional. Paralelamente, o governo enfrenta dificuldades na Câmara, onde a urgência constitucional de projetos sobre a jornada de trabalho gera atrito com o presidente da Casa, Hugo Motta, enquanto a PEC do fim da escala 6x1 segue sem avanços no Senado.
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