Destaque dos EUA na Copa, Balogun tem cidadania por nascimento
Folarin Balogun marcou dois gols na estreia americana, reacendendo debates sobre a cidadania por nascimento sob a gestão de Donald Trump.
Pontos principais
- Folarin Balogun marcou dois gols na vitória dos EUA por 4 a 1 sobre o Paraguai na Copa do Mundo de 2026.
- O atacante obteve a cidadania americana após nascer no país por acaso, quando sua mãe foi impedida de voar devido à gravidez avançada em 2001.
- Criado na Inglaterra, o atleta optou por defender a seleção dos EUA apenas em 2023.
- A trajetória de Balogun ganha relevância política em meio às ordens executivas de Donald Trump para restringir a cidadania por direito de nascimento.
O atacante Folarin Balogun tornou-se o protagonista da estreia dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026 ao marcar dois gols na vitória por 4 a 1 contra o Paraguai. A história do jogador, que foi criado na Inglaterra e iniciou sua carreira profissional na Europa, chama a atenção por sua origem: ele possui a cidadania americana apenas porque nasceu no país por acaso, em 2001, quando sua mãe, de origem nigeriana, foi impedida de embarcar em um voo devido ao estágio avançado de sua gestação. O caso de Balogun ganha contornos políticos significativos sob a administração do presidente Donald Trump. O governo atual tem implementado políticas migratórias restritivas e enfrenta disputas judiciais para limitar a cidadania por direito de nascimento, especialmente para filhos de pais em situação irregular, colocando a trajetória do atleta no centro do debate público sobre imigração.
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