Empresas exigem maior fiscalização e taxação de encomendas baratas da China, alegando perda de competitividade frente ao mercado europeu.
O setor varejista do Reino Unido intensificou a pressão sobre o governo para que adote medidas mais rigorosas contra a entrada de pacotes de baixo valor provenientes da China. Grandes empresas, incluindo nomes como Primark e Marks & Spencer, argumentam que a atual falta de fiscalização e a disparidade regulatória em relação a outros países europeus prejudicam severamente a competitividade das marcas locais. Segundo os varejistas, o fluxo constante de mercadorias baratas, que muitas vezes escapam de taxações mais pesadas, cria um cenário de concorrência desleal que ameaça a sustentabilidade do comércio físico e digital britânico. Embora o governo tenha prometido anteriormente combater o excesso de importações de baixo custo, o setor alega que a implementação dessas ações tem sido insuficiente e lenta, exigindo uma resposta mais célere para proteger a economia doméstica.
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