A indefinição sobre a duração das apresentações musicais na final da Copa do Mundo gera incertezas na grade de transmissão das emissoras.
A FIFA busca transformar a final da Copa do Mundo de 2026 em um espetáculo global de entretenimento, adotando um modelo de show de intervalo similar ao do Super Bowl. A proposta, que conta com nomes de peso como Madonna, Shakira e BTS, tem gerado preocupação entre as emissoras que detêm os direitos de transmissão. O principal ponto de atrito é a duração das apresentações, já que a complexidade logística para montar e desmontar o palco pode exceder o intervalo regulamentar de 15 minutos do futebol.
Executivos de mídia têm solicitado esclarecimentos urgentes à entidade para planejar suas grades de programação e a venda de espaços publicitários. A incerteza sobre o cronograma final coloca em risco a precisão das transmissões ao vivo, forçando a FIFA a buscar um equilíbrio entre a grandiosidade do evento e as necessidades operacionais das redes de televisão globais.
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