A presença de assentos vazios em partidas da Copa do Mundo levanta questionamentos sobre a política de preços e a acessibilidade do torneio.
A presença de assentos vazios em partidas da Copa do Mundo de 2026, como no confronto entre Coreia do Sul e República Tcheca em Guadalajara, reacendeu o debate sobre a estratégia de precificação da Fifa. Embora a entidade reporte a venda de mais de 6 milhões de ingressos e uma demanda acima do esperado para o torneio de 48 seleções, a imagem de arquibancadas desocupadas contrasta com a alta lotação registrada no jogo de abertura no estádio Azteca. Torcedores e grupos de apoio, como o Football Supporters Europe, criticam os valores atuais, apontando que os preços chegaram a quintuplicar em relação à edição de 2022. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, minimizou as preocupações e defendeu a política da organização, argumentando que os custos estão alinhados aos padrões de outros grandes eventos esportivos internacionais.
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