Ministros estaduais temem que a exclusão de 240 mil pessoas do programa de assistência australiano sobrecarregue o sistema de saúde pública.
O governo da Austrália enfrenta resistência de autoridades estaduais e territoriais em relação à reforma do NDIS (National Disability Insurance Scheme). O plano federal visa remover cerca de 240 mil pessoas do programa até 2031, com o objetivo de frear o crescimento dos gastos, que atualmente atingem 50 bilhões de dólares australianos por ano. Ministros locais alertam que os estados não possuem infraestrutura para oferecer serviços equivalentes aos que serão cortados, o que pode resultar em uma migração forçada de pessoas com deficiência para o sistema hospitalar público. A preocupação central é que a redução do suporte comunitário sobrecarregue os hospitais, comprometendo a qualidade do atendimento e a sustentabilidade do sistema de saúde. As mudanças nas diretrizes de acesso estão programadas para iniciar em 2028, gerando um impasse sobre a responsabilidade pelo cuidado desses cidadãos.
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