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EUA e Irã trocam ataques perto de Ormuz, com retaliação iraniana a bases no Bahrein, Kuwait e Jordânia

OPEP em mínima de duas décadas, Estreito disputado e Trump ameaça atacar 'muito forte' caso não se feche acordo.

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11/06 às 09:00

Pontos principais

  • Comando Central dos EUA lança ataques de 'autodefesa' contra defesas aéreas, estações de controle e radares iranianos próximos ao Estreito de Ormuz
  • Retaliação ao abate de um helicóptero AH-64 Apache do Exército americano no dia anterior
  • Guarda Revolucionária responde com drones contra a 5ª Frota americana no Bahrein e contra a base aérea Ali Al Salem no Kuwait
  • Míssil de longo alcance contra a base de Azraq, na Jordânia
  • Irã alega ter atingido 21 alvos americanos, inclusive um hangar de caças F-35
  • Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz 'até segunda ordem' e diz ter atingido duas embarcações
  • CENTCOM nega fechamento e informa tráfego comercial em alta
  • Trump acusa Teerã de 'nos tomar por trouxas' e ameaça atacar 'muito forte' caso não se feche acordo
  • Produção da OPEP em maio cai para perto de 16,13 milhões de barris/dia, o menor nível em mais de duas décadas

O Comando Central dos Estados Unidos lançou na quarta ataques de 'autodefesa' contra defesas aéreas, estações de controle e radares iranianos próximos ao Estreito de Ormuz, em retaliação ao abate de um helicóptero AH-64 Apache do Exército americano no dia anterior. A Guarda Revolucionária iraniana respondeu com drones contra a 5ª Frota americana no Bahrein e contra a base aérea Ali Al Salem no Kuwait, e com um míssil de longo alcance contra a base de Azraq, na Jordânia, alegando ter atingido 21 alvos americanos, inclusive um hangar de caças F-35.

O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz 'até segunda ordem' e disse ter atingido duas embarcações que tentaram transitar; o CENTCOM negou o fechamento e informou tráfego comercial em alta. O presidente Trump acusou Teerã de 'nos tomar por trouxas' e ameaçou atacar 'muito forte' caso não se feche acordo.

A produção da OPEP em maio caiu para perto de 16,13 milhões de barris por dia, o menor nível em mais de duas décadas, sobretudo por causa do bloqueio naval americano ao Irã e das interrupções em torno de Ormuz.

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