Dados da ANS mostram crescimento de SulAmérica e Amil, enquanto Hapvida perde participação de mercado no primeiro trimestre de 2026.
O setor de saúde suplementar no Brasil apresentou resultados operacionais positivos no primeiro trimestre de 2026, conforme dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Com um lucro líquido consolidado de US$ 6 bilhões e uma margem de 8,4%, o segmento demonstrou resiliência, impulsionado por uma redução na sinistralidade para 78,6%, patamar que sinaliza uma recuperação operacional superior aos níveis pré-pandemia. O cenário competitivo foi marcado pelo avanço de operadoras como SulAmérica e Amil, que ganharam participação de mercado, em contraste com a Hapvida, que recuou 0,4 ponto percentual no período. Apesar do desempenho financeiro favorável e do reajuste de 9% no ticket médio, instituições financeiras como Bradesco BBI e Itaú BBA mantêm cautela. A preocupação central dos analistas reside na sustentabilidade dessas margens a longo prazo, dado que a acirrada concorrência de preços pode pressionar a rentabilidade das operadoras nos próximos trimestres.
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