O TJSC reverteu a falência da Teka, mantendo a recuperação judicial após a empresa comprovar viabilidade financeira e reduzir seu passivo tributário.
A 2ª Câmara de Direito Comercial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) decidiu, por unanimidade, reverter a falência da Teka, que havia sido decretada em primeira instância em fevereiro de 2026. A manutenção da recuperação judicial foi fundamentada na comprovação da viabilidade financeira da empresa têxtil, que conseguiu reduzir drasticamente seu passivo tributário de R$ 2,3 bilhões para R$ 226 milhões após uma transação com o governo federal. A medida é considerada estratégica para a preservação de 1.781 postos de trabalho e garante a liberação de R$ 18 milhões destinados a pagamentos trabalhistas. Após registrar um faturamento de R$ 476 milhões em 2025, a Teka projeta um crescimento de 15% para 2026, com planos de novos investimentos industriais e a inauguração de uma unidade física em Itupeva, São Paulo.
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