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Otto Lobo exonera sete superintendentes em primeiro ato na CVM

O novo presidente da CVM iniciou sua gestão substituindo sete superintendentes, incluindo o superintendente-geral, para modernizar a fiscalização e priorizar tecnologias.

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Foto: InfoMoney
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08/06 às 23:01 · atualizado 09/06 às 08:03

Pontos principais

  • Otto de Albuquerque Lobo exonerou sete dos quinze superintendentes da CVM em seu primeiro ato oficial.
  • A mudança incluiu a substituição do superintendente-geral, Florisvaldo Justino Machado Gonçalves.
  • A nova gestão pretende utilizar inteligência artificial para detectar manipulações em mercados tokenizados.
  • As alterações visam reforçar a fiscalização do mercado de capitais, especialmente após o escândalo envolvendo o Banco Master.
  • A autarquia receberá um aporte de R$ 560 milhões em 2026 para ampliar suas operações e modernizar a infraestrutura.
  • Os novos ocupantes dos cargos estratégicos serão selecionados internamente pela autarquia.
  • A CVM planeja discutir o marco regulatório da tokenização nos primeiros 100 dias de mandato.

Em seu primeiro ato oficial à frente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o novo presidente Otto de Albuquerque Lobo determinou a exoneração de sete superintendentes, incluindo o superintendente-geral, Florisvaldo Justino Machado Gonçalves. A medida, oficializada em 8 de junho de 2026, marca o início de uma reestruturação administrativa focada em modernizar a fiscalização do mercado de capitais brasileiro e aumentar a eficiência operacional do órgão. Segundo a autarquia, os novos ocupantes dos cargos serão selecionados internamente para garantir a continuidade técnica das funções.

A gestão de Lobo prioriza a implementação de tecnologias avançadas, com destaque para o uso de inteligência artificial na detecção de manipulações em mercados tokenizados. Este movimento ocorre em um momento em que a CVM busca reforçar sua atuação após o escândalo envolvendo o Banco Master, contando com um aporte de R$ 560 milhões previsto para 2026 para ampliar suas operações. Como parte da agenda de modernização, a autarquia planeja debater o marco regulatório da tokenização nos primeiros 100 dias de governo, visando posicionar o Brasil na vanguarda regulatória global e atrair investimentos com maior segurança e transparência.

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