O Senado Federal aprovou a indicação de Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), encerrando um processo marcado por impasses e críticas políticas. Além de Lobo, o advogado Igor Muniz foi confirmado para ocupar uma das diretorias da autarquia. A votação ocorreu em um cenário de crescente demanda por maior rigor na fiscalização do mercado de capitais, especialmente após a repercussão do caso Banco Master. Durante sua sabatina, Lobo buscou tranquilizar o mercado ao negar qualquer influência externa em sua atuação e garantir que não possui impedimentos legais para julgar processos envolvendo a JBS. A nomeação é vista como um ponto de atenção para a gestão econômica do governo, dado que o trâmite legislativo foi considerado por observadores como uma derrota política para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
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