Protestos de professores bloqueiam acesso ao Estádio Azteca
Professores da CNTE bloqueiam vias e exigem reajuste de 100% às vésperas da abertura da Copa do Mundo de 2026 na Cidade do México.
Pontos principais
- A categoria exige um reajuste salarial de 100%, proposta considerada inviável pelo governo federal.
- Bloqueios atingiram vias estratégicas e o acesso ao Estádio Azteca, palco da abertura do torneio.
- A CNTE iniciou uma greve nacional por tempo indeterminado, resultando em confrontos e um incêndio no Ministério da Educação.
- Prejuízos econômicos causados pelos protestos e atos de vandalismo já são estimados em R$ 119 milhões.
- A presidente Claudia Sheinbaum classificou as manifestações como provocações e questionou a legitimidade dos envolvidos.
A dois dias da abertura da Copa do Mundo de 2026, a tensão na Cidade do México escalou com protestos de professores da CNTE. A categoria, que exige um reajuste salarial de 100%, bloqueou o acesso ao Estádio Azteca e realizou atos que resultaram em confrontos com forças de segurança e um incêndio no Ministério da Educação. O governo federal, que considera a demanda salarial inviável, enfrenta um cenário de greve nacional por tempo indeterminado. A presidente Claudia Sheinbaum classificou as ações como provocações, enquanto autoridades locais tentam conter os bloqueios que já geraram prejuízos econômicos estimados em R$ 119 milhões. A situação levanta preocupações sobre a logística e a segurança para o início da competição internacional, com o governo buscando garantir o fluxo de torcedores e delegações para a cerimônia de abertura na próxima quinta-feira.
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