Professores derrubam estátuas da Copa do Mundo em protesto no México
Grevistas da CNTE destruíram monumentos temáticos na Cidade do México para pressionar o governo por melhores salários e mudanças na previdência.
Pontos principais
- Manifestantes derrubaram estátuas de jogadores da Bélgica, França e Espanha em uma avenida da capital mexicana.
- O grupo dissidente rejeitou um aumento salarial de 9% oferecido pelo governo federal.
- Professores exigem a revogação de uma lei previdenciária e ameaçam novas mobilizações durante a abertura da Copa de 2026.
- A presidente Claudia Sheinbaum classificou o ato como pacífico e pediu a retomada das negociações.
Professores integrantes da CNTE, um grupo dissidente do sindicato da categoria, realizaram um protesto na Cidade do México que resultou na destruição de estátuas temáticas da Copa do Mundo de 2026. Os manifestantes, que reivindicam melhores condições salariais e a revogação de uma lei previdenciária, queimaram uniformes das figuras que representavam jogadores da Bélgica, França e Espanha. O ato ocorre em um momento de tensão, já que o grupo rejeitou uma proposta de reajuste de 9% apresentada pelo governo. A presidente Claudia Sheinbaum manteve uma postura conciliadora, descrevendo a manifestação como pacífica e apelando para que as partes retornem à mesa de negociações. A situação gera preocupação para as autoridades locais, visto que os grevistas ameaçaram intensificar as mobilizações durante a abertura do torneio mundial, prevista para ocorrer em nove dias.
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