Analistas projetam recuperação do varejo de vestuário no 2º trimestre
JPMorgan e Morgan Stanley avaliam perspectivas para o varejo brasileiro, destacando resiliência operacional e potencial de alta no setor de vestuário.
Pontos principais
- JPMorgan projeta desempenho acima do esperado para o setor de vestuário devido à queda das temperaturas.
- C&A é a preferida do JPMorgan, com recomendação de compra e potencial de valorização.
- Morgan Stanley adota postura seletiva, priorizando e-commerce e empresas com baixa alavancagem.
- Riachuelo apresenta potencial de recuperação, mas enfrenta riscos ligados ao seu braço financeiro.
- Lojas Renner mantém recomendação neutra diante de um ritmo de recuperação considerado mais lento.
Após um início de ano desafiador para o varejo brasileiro, analistas do Morgan Stanley e do JPMorgan apontam sinais de resiliência e possíveis oportunidades para o segundo trimestre de 2026. O setor de vestuário, em particular, é visto com otimismo pelo JPMorgan, que projeta um desempenho superior ao esperado impulsionado pela sazonalidade climática. Enquanto a C&A se destaca como a principal recomendação da instituição, a Riachuelo é monitorada por sua capacidade de recuperação operacional, apesar da exposição a riscos financeiros. Por outro lado, o Morgan Stanley mantém uma abordagem cautelosa e seletiva, focando em empresas de e-commerce e varejistas com menor alavancagem. Com os papéis negociando a múltiplos atrativos, a atenção dos investidores permanece voltada para a execução operacional de curto prazo das companhias em um cenário macroeconômico ainda complexo.
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