Relatório da XP aponta volatilidade global e sugere diversificação fora dos EUA, destacando o potencial da China e mercados emergentes.
Em seu relatório para o segundo semestre de 2026, a XP projeta um cenário de incertezas globais, caracterizado por um 'cabo de guerra' entre a instabilidade geopolítica e o desempenho das empresas de inteligência artificial. A instituição recomenda cautela com o mercado americano, citando a divergência no consumo interno e as pressões inflacionárias enfrentadas pelo Federal Reserve sob a gestão de Kevin Warsh, agravadas pela alta do petróleo. Diante desse contexto, a estratégia sugerida prioriza mercados emergentes e a China, esta última impulsionada por avanços em independência tecnológica. Em contrapartida, o Japão foi classificado negativamente devido a valuations considerados elevados, enquanto Europa e Reino Unido permanecem em posição neutra, pressionados por um crescimento econômico limitado e desafios fiscais persistentes.
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