O senador criticou a resistência do governo federal em reconhecer facções criminosas como grupos terroristas, conforme definido pelos EUA.
O senador Flávio Bolsonaro comparou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao chefe da facção criminosa PCC durante um evento com empresárias em São Paulo. A declaração foi motivada pela resistência do governo brasileiro em adotar a classificação de organizações criminosas como grupos terroristas, medida recentemente oficializada pelos Estados Unidos. Para o parlamentar, a postura do Executivo federal em relação ao tema é insuficiente diante da gravidade da atuação dessas facções no país. O episódio reflete o acirramento do embate político entre a oposição e o governo, evidenciando divergências sobre a política de segurança pública e as relações diplomáticas com Washington. A fala ocorre em um momento em que a designação de grupos criminosos como terroristas pelo governo americano coloca pressão adicional sobre a agenda de segurança do governo brasileiro.
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