Pesquisa aponta que adiar o acesso ao celular protege a saúde mental e melhora a qualidade do sono de adolescentes.
Um estudo recente publicado na revista JAMA Pediatrics estabeleceu os 13 anos como a idade recomendada para que adolescentes recebam seu primeiro smartphone. A pesquisa destaca que o uso excessivo, definido como um tempo de tela superior a cinco horas diárias, está diretamente associado a impactos negativos na saúde mental, incluindo quadros de depressão, além de problemas como obesidade e insônia. Segundo os pesquisadores, o adiamento do acesso ao dispositivo, mesmo que por um curto período, traz benefícios mensuráveis ao desenvolvimento infantil.
Diante desses riscos, especialistas defendem a implementação de medidas restritivas, como a proibição de celulares nos quartos durante a noite e o controle rigoroso do tempo de uso. O debate ganha relevância global, com movimentos como o 'Wait Until 8th' ganhando força entre pais e discussões governamentais, como na Austrália, sobre a limitação do acesso de menores a redes sociais.
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