Economia azul impulsiona turismo e renda no Espírito Santo
A observação de baleias-jubarte no Espírito Santo gera receita para pequenos negócios e promove o desenvolvimento sustentável no estado.
Pontos principais
- A temporada de observação de baleias-jubarte ocorre entre junho e outubro no litoral capixaba.
- O conceito de economia azul integra a conservação marinha à geração de renda em setores como turismo e artesanato.
- O Festival da Baleia em Vitória movimentou R$ 250 mil em 2025 para comerciantes e artesãos locais.
- Parcerias entre instituições como UFES e Sebrae profissionalizaram a cadeia produtiva do turismo de cetáceos.
- A atividade contribui para reduzir a sazonalidade turística, atraindo visitantes fora dos meses de alta temporada.
A economia azul tem se consolidado como um motor de desenvolvimento sustentável no Espírito Santo, transformando a observação de baleias-jubarte em uma fonte estratégica de renda para a economia local. Entre os meses de junho e outubro, a presença dos cetáceos movimenta uma cadeia produtiva que engloba desde o setor hoteleiro e de serviços até o artesanato regional. Em 2025, o Festival da Baleia em Vitória exemplificou esse impacto ao gerar R$ 250 mil em receita para pequenos empreendedores. A iniciativa, apoiada por capacitações técnicas do Sebrae e pesquisas da UFES, profissionalizou o setor e fortaleceu a identidade cultural capixaba. Além do retorno financeiro, a prática é fundamental para combater a sazonalidade do turismo no estado, garantindo o fluxo de visitantes em períodos de baixa temporada e promovendo o uso consciente dos recursos marinhos.
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